segunda-feira, 20 de abril de 2009

Jovens desperdiçam tempo na Era da Informação com MSN, Orkut e blogs ao invés de conhecimento

No mundo todo, quem passa mais tempo conectado à rede mundial de computadores quando está em casa é o brasileiro! A média ficou em 22 horas e 47 minutos no mês de abril, segundo dados do Ibope//NetRatings. . E o que faz esse pessoal todo quando fica tanto tempo navegando pela Internet? Bem... principal interesse deles está registrado na categoria “Buscadores, Portais e Comunidades”, que tem 19,8 milhões de usuários únicos, que prendem a atenção do usuário por 5 horas e 48 minutos a cada mês. É neste conjunto que estão incluídas as redes sociais como o Orkut, além dos Blogs. E quem navega por mais tempo são os jovens, que segundo esses dados não estão procurando por informações e conteúdo... eles estão é trocando mensagens em comunicadores instantâneos e por meio das páginas pessoais.

E este comportamento já começa a causar preocupação em educadores do mundo todo! O professor de inglês da Universidade Emory , nos Estados Unidos, Mark Bauerlein, por exemplo, está desesperado. Ele enxerga uma verdadeira tragédia em andamento e sai na ofensiva já no título de seu livro “The Dumbest Generation: How the Digital Age Stupefies Young Americans and Jeopardizes Our Future (Or, Don't Trust Anyone Under 30)" “A Geração Mais Burra: Como a era digital deslumbra os jovens americanos e compromete nosso futuro (Ou não confie em ninguém com menos de 30").

É isso mesmo que está acontecendo?

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Saúde x Tecnologia
Com base num artigo esse texto refere-se aos males que a evolução da tecnologia trás para a sociedade no aspecto relacionado a saúde dos usuários.

Não se pode negar que a evolução da tecnologia nos beneficia em muitos pontos, deve-se ter a consciência e avaliar o quanto essa evolução pode beneficiar e quais são os aspectos negativos que ela pode trazer a sociedade. Alienação Social: progresso, riqueza, fabrica de fortunas, fabrica de solitários e dependentes cibernéticos. Para o bem e para o mal, a Internet é o fenômeno da virada do milênio. As infinitas facilidades que a Internet proporciona têm levado muitas pessoas a perderem o controle de tempo quando estão ligadas as redes. Quando isso acontece, o resultado é sempre sucedido de prejuízos a saúde e relações afetivas, por exemplo.

Uma pesquisa da Universidade Stanford entre 35.000 usuários de Internet em cidades americanas atestou que o uso abusivo da rede esta criando uma nova categoria de pessoas solitárias e depressivas que se refugiam nos computadores e não se interessam pelo mundo real. Estima-se que pelo menos 200.000 americanos perderam o controle sobre o uso da Internet e hoje sofrem de um mal, catalogado pela Associação Americana de psicologia como PIU (Pathological Internet Use) ou Uso Doentio da Internet, cujo sintoma básico é o uso preferencial ou exclusivo pela Internet do que outras coisas do nosso cotidiano; isolando as de seus amigos, familiares e até da vida profissional.

As doenças causadas pela tecnologia são muitas e só devem a aumentar cada vez mais com o seu avanço. É dever de cada um adaptar-se a essas mudanças e procurar o maior número de informações possíveis, pois a maior deficiência está na falta de informação e no comodismo. As pessoas parecem não se preocupar com o futuro, e apenas trabalham fazendo as coisas da maneira mais fácil e rápida possível.

Acredita que é isso mesmo que acontece?

segunda-feira, 6 de abril de 2009


O começo de tudo
A febre dos comunicadores virtuais não é recente. Outras ferramentas, como o canal de bate-papo IRC (do inglês, Internet Relay Chat) e o ICQ (acrônimo na pronúncia em inglês I Seek You), já foram muito usadas no final da década de 90. Já o MSN e o Orkut tornaram-se sensação no início de 2004, quando ‘grupinhos’ da vida real passaram a também utilizar os dois serviços para se relacionar no mundo virtual.

As ferramentas são importantes como formas de aproximação e contato na opinião da psicóloga Elizabeth Haro. “O contato pessoal nem sempre permite se relacionar com tantas pessoas ao mesmo tempo como essas ferramentas”, afirma ela. Segundo a especialista, os canais virtuais proporcionam um impacto muito maior das mensagens, ideologias, modismos, pela velocidade e abrangência do meio.
E o vício, nestes casos, não está afastado. “O uso excessivo e exclusivo para o relacionamento dos jovens é prejudicial, porque eles se escondem atrás da máquina, chegando até a mudar a identidade e inventar personalidades”, observa a psicóloga. “Quando isso é uma brincadeira tudo bem, o problema é quando se perde o limite, e isso leva a compulsão”, completa.

Para esses jovens, a “prática de ordem” é a interação com os seus pares, por
intermédio das tecnologias contemporâneas, que, operando no sistema on-line,
permitem, rotineiramente, um novo estar e ser no mundo e, conseqüentemente, uma
outra relação social.
Meninos e meninas se comunicam, estudam, consomem e brincam em ambientes comunicacionais completamente interativos e nada solitários. Uma geração extremamente adiantada na adoção de vias digitais de comunicação, que enxerga as novas mídias como algo natural, inerentes ao mundo em que vive.
Opine!
Você se considera um usuário controlado?

segunda-feira, 30 de março de 2009

Estímulo à violência

Em todos os locais, encontramos os jogos de luta e de estratégia entre os títulos mais procurados os de violência pelos freqüentadores, a maioria crianças e adolescentes. "Warcraft", "Grand Theft Auto (GTA)" e "Mu" lideram a preferência. São jogos de ação e aventura, baseados no Role Playing Games (RPG). Todos com alto teor .

Em grande parte das lan houses, os responsáveis afirmaram que o "Counter Strike", título que está com a venda e distribuição proibidas desde outubro do ano passado, é um dos games mais procurados pelos freqüentadores. Em alguns estabelecimentos, o jogo foi excluído. Mas ainda é possível encontrá-los para download na Internet.
O jogo eletrônico é uma diversão muito popular entre os jovens. É nessa fase de formação do indivíduo que os estímulos externos exercem maior influência. Casos reais de garotos que invadem locais públicos atirando preocupam a sociedade.

Para a psicóloga Carlota Ximenes, o ambiente criado pelos jogos de cunho violento induz o sentimento e o pensamento das pessoas para esse lado. "A criança é uma resposta do meio em que vive. Esses jogos podem influenciar muito, principalmente nesse momento em que vivemos uma banalização do terror e uma desvalorização da vida. Eles não deveriam ser diversão nem de adultos", enfatiza.

Há quem defende que, assim como os programas de TV e o cinema possuem faixas etárias específicas, os games também têm. "Como ainda não há uma legislação específica sobre isso no Brasil, o controle deve ser feito pelos pais", mesmo os jogos impróprios para os mais jovens não deixam de ser uma ferramenta educativa. "Jogos como o 'Counter Strike', que usam armas e são violentos, por um lado, podem ser ruins. Mas mesmo assim, de alguma forma, eles desenvolvem conceitos como iniciativa, raciocínio e trabalho em grupo" .

Qual a sua opinião?

terça-feira, 24 de março de 2009

Cientista alerta para o perigo do excesso de tecnologia
A professora Nada Kakabadse, da Universidade de Northampton, na Inglaterra, está preocupada com o excesso do uso de aparelhos tecnológicos e colocou no ar uma pesquisa para medir quão viciados estão os usuários. As 74 questões (em inglês) são mais direcionadas aos britânicos, mas podem ser respondidas por qualquer um no endereço http://tinyurl.com/34zjde. Com a pesquisa, a cientista quer descobrir como o uso de múltiplas formas de tecnologia afeta o cotidiano.

Kakabadse conduziu uma pesquisa de pequena escala com 360 pessoas e observou que cerca de um terço dos entrevistados (33%) demonstrou sinais de vício em dispositivos como telefones celulares, Blackberries e outros aparelhos em que podem verificar suas mensagens com freqüência. Ela acha que a explosão tecnológica dos últimos 20 anos aconteceu sem cuidado. Você concorda? Para ela, a tentativa de aumentar a produtividade e a comunicação pode ter impactos negativos.

"As companhias oferecem tecnologias como PDAs e Blackberies e apenas esperam que as pessoas aprendam como usá-las. Elas não consideram os possíveis lados negativos. Novas tecnologias dão sensação de ter mais controle, mas isto pode ser apenas sensação", advertindo que é necessário prestar atenção e monitorar tais usos.
Um dos caminhos já estaria sendo seguido por algumas companhias, que têm políticas estritas quanto a emails, restringindo seu acesso em alguns períodos e escolhendo dias em que mensagens eletrônicas não podem ser trocadas.

A cientista acredita, ainda, que seria ideal que tecnologias que podem se tornar habituais viessem com avisos sobre os riscos de vício, como acontece hoje nos cigarros, além de informações sobre como diagnosticar e controlar o uso excessivo.

Entre os sintomas do vício em tecnologia estão à verificação de mensagens do trabalho em horas de lazer, ter mais amigos online que na vida real e dispensar períodos de lanche e descanso para gerenciar mensagens de email.
Opine! Acredita que informações sobre os riscos de vício teriam efeitos?

quarta-feira, 11 de março de 2009

Jogos Eletrônicos

Os Games
Com base num artigo da folhaOnline em 18-12-08, Os Games já foram alvo de indícios e acusações do mal, de instigar a violência ou até de isolar e alienar os jovens.

Depois de muitos argumentos contrários, pesquisas mostram conseqüências positivas de hábito que contribui e melhora percepção visual e espacial e do raciocínio lógico e estratégico. Nesse artigo há alguns depoimentos de jogadores de game como o de Simon Bysshe que melhorou a comunicação, o conhecimento em informática fez vários amigos e aprendeu a trabalhar em equipe, e diz que a violência não está só nos games, está em todos os lugares como em filmes e na TV, e que matar um oponente num jogo é só uma forma de ganhar a partida a sensação e igual a de marcar um gol, o que é legal é que o mais rápido, astuto e esperto vence.

Há quem acha que aprender a história da civilização por ex: com esses jogos é melhor do que com o professor falando, e que já se saiu bem em uma prova por lembrar de um jogo A educadora britânica. Anne Sparrowhawk defende a idéia de que esses games migrem para as escolas. Onde seguem seu tradicional processo de instrução baseado no vestibular, que cobra datas e fatos decorados. Mas o mercado de trabalho exige iniciativa, rapidez e estratégia. Essa nova geração está se preparando para uma demanda do futuro.
O pesquisador neozelandês Paul Kearney mediu as habilidades de múltiplas tarefas e descobriu que pessoas que jogaram jogos realistas antes de usar uma simulação militar de computador demonstraram uma melhora significativa na capacidade de desempenhar múltiplas tarefas, em comparação com pessoas que não passaram pela experiência do jogo antes. Na simulação, os jogadores operavam uma arma-console, miravam alvos e reagiam rapidamente aos eventos.

A parte negativa referente aos jogos de games está relacionada ao tempo, os exagerados números de horas que alguns gamemaníacos dispensam na frente do computador, e o que isso pode causar? Podem tornar-se viciado perdendo a noção do tempo joga até não agüentar mais, mas não consegue parar alterando o seu raciocínio; essa compulsão por games é tamanha que configura uma doença. Tem sintomas como os de um dependente de drogas, como insônia e baixo rendimento escolar; e até praticando pequenos furtos para conseguir o dinheiro para a Lan house. Qual é a sua opinão?